Curso de azulejista

Para se tornar um bom profissional, que faz revestimento de paredes, pisos, muros e outros precisa realizar um curso de azulejista. Afinal, com a capacitação o especialista descobre diversos tipos de revestimentos. Além, é claro, a melhor forma de manuseá-los e instalá-los.

O azulejista pode manusear, por exemplo, ladrilhos e cerâmicas. Trabalha também com pastilhas e materiais semelhantes, como o porcelanato. Ele é o mais indicado para realizar instalações em construções e reformas.

O que um curso de azulejista aborda?

Quando procura um curso de azulejista, o indivíduo busca conhecer tudo que envolve seu futuro trabalho. Ou então se especializar numa profissão que já exerce, uma vez que o mercado exige cada vez mais qualificação. Quem tem um currículo a provar sempre acaba por se destacar.

Deste modo, um curso de azulejista aborda, primeiro, a história da profissão. Como ela se desenvolveu ao longo do tempo, com que materiais trabalhava e qual foi sua evolução ao longo do tempo. O profissional descobre também todas as ferramentas que podem auxiliar em seu trabalho. Assim como os diversos materiais utilizados na instalação de piso ou outro revestimento.

Técnicas tradicionais, e “repaginadas” da instalação de assentamento também são expostas nesse tipo de capacitação. Assim, é possível aprender como assentar azulejos, pastilhas, cerâmicas, ladrilhos hidráulicos e diversos outros.

Estudos amplos e aulas práticas

Além disso, o profissional em fase de estudo descobre o modo mais fácil e acertado de realizar orçamento de seus serviços. Afinal, ao mesmo tempo em que é necessário oferecer preço justo ao cliente, é fundamental valorizar o próprio trabalho. Por isso, a fase de orçamento costuma ser uma das mais complicadas ao profissional.

O curso também pode auxiliar no planejamento do trabalho do dia a dia. Inclusive para que seja possível oferecer ao cliente a previsão de conclusão do serviço, ao tão importante para ele quanto o assentamento bem feito dos revestimentos. Imagine, por exemplo, que você estima cinco dias para o trabalho, mas gasta quase o dobro. Todo o planejamento do consumidor será prejudicado, e o atraso será incômodo para todos. Por isso é tão importante saber como estimar o tempo a ser gasto.

Finalmente, um curso de azulejista apresenta as diversas alternativas deste profissional se inserir no mercado de trabalho. Assim, exercer a profissão desejada se torna mais fácil.

Como escolher o curso?

Na hora de escolher um curso de azulejista, é fundamental ter atenção a alguns quesitos. Eles vão garantir que seu dinheiro estará sendo bem investido e, principalmente, que os conhecimentos adquiridos nas aulas poderão ser aplicados sem preocupações.

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Dessa forma, o primeiro requisito a se avaliar no curso é se ele possui um certificado válido. A certificação é o documento que poderá comprovar sua capacitação, algo fundamental principalmente quando se busca um emprego com Carteira de Trabalho assinada. Assim, antes de iniciar os estudos com uma instituição, verifique se ela oferece um certificado de conclusão das aulas.

Por esse mesmo motivo, aliás, é essencial ter confiança na empresa responsável pelas aulas. Verifique se ela possui história no mercado, qual sua credibilidade e os profissionais atuantes. Uma boa forma de fazer isso é procurar pelo nome da instituição em sites de busca. Lá, você poderá verificar opiniões de outros alunos.

As redes sociais do instituto também podem ser consultadas. Isso uma vez que sempre existem comentários disponíveis por lá. Neste caso, invista na busca principalmente no Facebook. Se possível, é igualmente interessante conversar pessoalmente com um aluno. Você pode, por exemplo, visitar a empresa educacional e conversar com alguém que esteja esperando uma aula. A opinião de quem já conhece o serviço poderá atestar a sua qualidade.

Outros pontos importantes

Outra dica neste quesito é verificar se a empresa possui unidades espalhadas em outra cidade. Isso geralmente significa que ela possui um nome forte no ramo, além de grande experiência.

A estrutura do espaço de ensino também deve ser adequada. Primeiro, o espaço deve comportar confortavelmente todos os alunos. É da mesma forma importante que existam materiais e ferramentas para a prática de todos, sem que haja a necessidade de qualquer revezamento. Quando o aluno é obrigado a apenas observar o trabalho de outro, acaba por não apreender tudo o que poderia. A prática, principalmente na profissão azulejista, é o que vai levar à perfeição.

O conteúdo do curso também deve ser considerado útil. Isso quer dizer que é necessário ter acesso a informações que farão diferença no dia a dia do profissional. Não dados que pouco serão aproveitados.

Logo, os alunos deverão aprender tudo o que puderem sobre os revestimentos cerâmicos. O modo como essas peças são fabricadas, qual o melhor modo de manuseá-las e instalá-las. Assim como a melhor indicação de material para cada cômodo de um imóvel.

O profissional azulejista também deverá conhecer a proporção correta de materiais para cada espaço. Ou seja, como calcular todo o necessário para a obra em que trabalhar. Precisará saber como nivelar o solo e as ferramentas necessárias para cada assentamento.

Cuidado com a saúde e finanças também faz parte das aulas

Até mesmo informações de primeiros socorros são apresentadas nos cursos da profissão. Afinal, o trabalho requer o manuseio de uma série de ferramentas que podem causar acidentes. É preciso saber como tratar ferimentos, nem que seja apenas até a procura de um atendimento médico especializado.

Técnicas de Segurança do Trabalho são igualmente apresentadas. Isso garante que o profissional trabalhará sempre de forma a evitar acidentes. Da mesma forma, há aulas específicas com informações para cuidar do meio ambiente. Principalmente no momento de descarte dos insumos restantes.

Como organizar as finanças, e ter espírito empreendedor, também são assuntos abordados pelos cursos mais completos do mercado.

Por fim, na hora de escolher o melhor curso, é essencial analisar a duração das aulas. Um azulejista não deve ficar muito tempo em capacitação, pois a profissão geralmente requer trabalho breve. A capacitação, no entanto, também não deve ser muito curta, com apenas algumas semanas. Logo, opte por aquele que ofereça aulas por alguns meses e que, de preferência, se encaixe perfeitamente na sua rotina.

As ferramentas do profissional

O profissional azulejista se utiliza de uma série de ferramentas para realizar seu trabalho. Há aquelas para assentar o piso, as que cortam o material, as que permitem melhor fixação. Para que você conheça todas elas, listamos-a logo abaixo. Confira!

  1. Máquina Cortadora

A máquina cortadora é uma das ferramentas mais importantes para o azulejista. É ela que permite o corte de materiais como cerâmica, pastilhas e porcelanato. O equipamento faz o corte reto das peças, e assim permite, por exemplo, que você obtenha o tamanho perfeito para encaixe naquele “canto” restante do pavimento. Assim, aliás, é possível obter um acabamento mais bonito e bem feito.

  1. Desempenadeira dentada

A desempenadeira é a ferramenta que faz sulcos na argamassa no chão. Com esses sulcos, a instalação do piso se torna mais fácil, pois o pavimento adere melhor ao cimento. Logo, a peça se fixa melhor.

  1. Serra mármore

Quando o objetivo é criar um novo formato nas peças do revestimento, a peça ideal é a serra mármore. Ela permite o corte seguro e perfeito do granito, mármore, cerâmica e o que mais for necessário.

  1. Prumo

Já o prumo é o equipamento que permite verificar o nivelamento da parede. Formado por um peso amarrado numa das extremidades de um fio, o recurso analisa a verticalidade das paredes e colunas de uma obra. Essa análise é fundamental para garantir que o revestimento instalado mantenha a parede alinhada.

  1. Martelo de borracha

Como revestimentos cerâmicos são sensíveis a grandes impactos, é importante ter equipamento que não os danifique. Para isso, existe o martelo de borracha. A ferramenta permite nivelar o piso com pequenas “batidinhas”.

  1. Esquadros

O esquadro de um azulejista é muito semelhante aos utilizados pelas crianças na escola. O recurso é utilizado para definir os ângulos de assentamento dos azulejos.

  1. Torqueses

O torquês é uma ferramenta de separação do piso. Ela é utilizada logo após o corte da máquina reta, pois permite fazer o acabamento da peça. Inclusive com contornos arredondados, comuns nos revestimentos cerâmicos.

  1. Espátula fugapiso

Uma espátula fugapiso é utilizada principalmente para inserir o correto rejunte entre os azulejos. O acabamento da obra, assim, fica mais delicado e bem feito. Para facilitar o trabalho, o produto é feito com plástico flexível.

  1. Niveladores de piso

Como o próprio nome já diz, o nivelador de piso ajuda o azulejista a manter o contorno horizontal correto do piso. Apenas com ele é possível evitar desníveis. Mesmo que pouco perceptíveis, desníveis podem prejudicar todo o resultado da obra.

  1. Caixote

Por último, é comum que todo azulejista possua um caixote. O recipiente serve para mistura água e argamassa, fundamental para fixação do revestimento.

As opções de revestimento

No mercado, são muitas as opções de revestimento com as quais um azulejista pode trabalhar. Um bom curso deve apresentar todas elas, para que o desejo do consumidor seja atendido da melhor forma.

Os azulejos, por exemplo, são dos mais utilizados. De várias cores e estampas, o material pode ser utilizado tanto em piso, quanto em paredes. Há os pequenos e grandes, estilizados ou não, que merecem sempre cuidado especial na hora da instalação.

Entende-se por azulejo uma série de materiais. Como peças feitas de cerâmica, mármore, vinil, porcelana e até vinil. Cada uma das peças é bastante versátil, podendo ser utilizada em diferentes locais da casa.

Porém, os locais mais comuns para o uso de azulejos são a cozinha e o banheiro. Inicialmente porque os ambientes são naturalmente úmidos. Como os azulejos não são desgastados pela umidade, são a opção perfeita. Outra vantagem das peças é sua facilidade de limpeza. Basta apenas água e sabão para deixá-las brilhando novamente!

Já os chamados ladrilhos hidráulicos são muito comuns em lavanderias e áreas gourmet. Também aparecem na cozinha e áreas de lazer. Sua característica principal está na sua fabricação artesanal, cheia de estampas e detalhes exclusivos. As peças são feitas à base de cimento. Podem ser facilmente combinadas a outros tipos de revestimento.

O porcelanato, por sua vez, é um dos mais tradicionais e procurados hoje. Isso porque o material tem grande beleza, além de ser resistente e ter limpeza facilitada. Além do porcelanato mais básico, claro, o mercado oferece peças que imitam o visual de outros materiais, como o mármore a madeira. Logo, ele é ideal para as mais variadas áreas e decorações, pois se adapta facilmente.

Pastilhas e mais pastilhas

Para um visual mais delicado, as pastilhas são a opção. Utilizadas principalmente no banheiro, os artigos merecem atenção especial na instalação. Afinal, pastilhas são pequenos quadrados geralmente de porcelana ou cerâmica. Precisam ser instaladas da forma mais cuidadosa possível, para que o visual final seja interessante. Coloridas, as peças podem remeter a um ar retrô, agregando muito à decoração da casa do cliente.

Pastilhas de porcelana são das mais duráveis. São fáceis de limpar, mas acabam por perder pouco do brilho com o passar dos anos. As de cerâmica, por outro lado, são peças delicadas de de pouca espessura. Essas características requerem cuidado redobrado ao manusear o material.

Também é possível utilizar pastilhas de vidro. Com visual ainda mais bonito, esse revestimento não perde brilho, nem desbota com o tempo. Como possui pouca absorção de umidade, acaba também por ser ideal para áreas com grande quantidade de água. Como banheiros, cozinha ou piscinas.

Todas as pastilhas podem ser adquiridas em cores claras ou coloridas. É igualmente possível pintá-las. São dois os processos possíveis para a tintura dos revestimentos.

No primeiro, o azulejista pode aplicar sobre a superfície um fundo fosfatizante anticorrosivo automotivo,. Em seguida, deverá vir a tinta. Qualquer tinta de acabamento pode funcionar. Ou seja, é possível utilizar tanto o látex e o esmalte, quanto a tinta acrílica e o PVA.

Como segunda opção de pintura, o profissional azulejista pode aplicar fundo preparador, massa e esmalte da linha epóxi.

Finalmente, existe a pastilha de coco, uma das preferidas dos que desejam uma decoração mais natural ou rústica. O material é produzido por meio da casca do coco. Ele pode ser aplicado de forma simples, requerendo apenas cola branca e uma superfície limpa para instalação. Geralmente, a pastilha de coco é utilizada para decorar paredes, pisos, bancadas e móveis.

Que revestimento utilizar?

Claro que a escolha final do revestimento a ser instalado será realizada pelo consumidor. O azulejista, no entanto, pode e deve sugerir os materiais indicados para cada espaço. Como é um especialista no assunto, o profissional poderá indicar as peças mais duráveis para as situações e ambientes apontados pelo cliente. Assim, além de oferecer um serviço mais acertado, o azulejista terá menor trabalho na instalação dos revestimentos.

Espaços como o banheiro, cozinha e área externa, que vão ter contato constante com a água, precisam de revestimento que não absorva umidade. O material também não deve se desgastar facilmente, nem inchar ou sofrer outras modificações. Além disso, considerando que a umidade é um prato cheio ao mofo, é importante contar com peças que não permitem seu desenvolvimento.

Para áreas úmidas, então, o porcelanato é um dos materiais mais indicados. Assim como os azulejos, que incluem pastilhas, cerâmica e outros. A limpeza fácil dos produtos é outra vantagem interessante.

Já para áreas secas, como sala e quartos o melhor é apostar em revestimentos mais “quentes”. Como ladrilhos hidráulicos, ou pastilhas coloridas. Além de darem pouco mais de “vida” aos espaços, as peças vão garantir uma sensação de conforto. Como não há umidade, a facilidade de limpeza da parede ou chão não é tão necessária.

Revestimentos para áreas externas

Nas áreas externas, voltamos aos revestimentos frios e de manutenção mais rápida. Principalmente nos espaços que sofrem com ação direta da chuva, e de outros fatores naturais, como o sol e o vento. Nesse caso, o granito e o mármore são as opções mais acertadas. Afinal, os materiais são resistentes e bonitos, tanto para o piso, quanto para as paredes.

Indicando, então, todas essas possibilidades ao consumidor, o azulejista poderá favorecer muito o resultado final do trabalho. Tenha atenção a essas indicações: se o material “incorreto” for utilizado num ambiente, provavelmente o consumidor irá “culpar” você, profissional. Isso não faz bem nem para sua imagem de especialista, nem para o ego.

Dedique-se ao trabalho!

É importante, de qualquer forma, se lembrar da importância de um bom serviço. Sendo você um contratado por empresa ou um trabalhador autônomo, o seu resultado fará seu nome a cada nova instalação. Logo, é importante sempre verificar o nivelamento do chão, o corte correto das peças, a instalação o mais rente possível à parede e ao chão.

Essencial também analisar o trabalho corretamente antes mesmo de iniciá-lo. Assim, será possível oferecer a mais acertada previsão de conclusão do serviço. Tal qual um orçamento justo para ambos os lados – do trabalhador e cliente.

Considerando todos esses aspectos, torna-se mais fácil entregar um revestimento bonito e nivelado. E principalmente, sem problemas de acabamento. Assim, seu cliente satisfeito se lembrará de você quando precisar de novos serviços. Ou quando um amigo comentar de que precisa de um azulejista de confiança. Dessa forma, todo seu investimento e dedicação no curso de azulejista , e depois no trabalho, serão recompensados!

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