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Cozinhas

Vai construir ou reformar, e tem um “carinho especial” pela sua cozinha? Isso é algo bastante comum, já que o cômodo é um ambiente de confraternização e delícias. Mas você sabe qual tipo de cozinha é a mais interessante para o seu imóvel?

Sua casa pode, por exemplo, contar com uma cozinha planejada. As cozinhas americanas, simples ou modernas, são igualmente vantajosas. Até cozinhas pequenas e/ou de apartamento podem contar com excelentes projetos e móveis, mantendo a receptividade do espaço.

Ficou curioso sobre os tipos e como fazer a decoração? Então, acompanhe o texto e descubra dicas e curiosidades sobre as mais variadas cozinhas!

Cozinha planejada

Fazer uma cozinha planejada é algo que requere cuidado. Isso uma vez que é fundamental atender a todas as necessidades e particularidades do consumidor. De nada adianta, por exemplo, instalar armários em todas as paredes se o indivíduo não tem, nem pretende possuir, diversos utensílios domésticos.

Deste modo, existem quatro pontos fundamentais a serem analisados no momento de projetar uma cozinha. São eles: o aproveitamento do espaço, bancadas, iluminação e revestimentos.

1. Aproveitamento do espaço

Sem dúvida, o principal benefício de uma cozinha planejada é poder utilizar todos os espaços, otimizando-os. Para fazer isso, é importante que o consumidor considere bem as suas necessidades. Pode ser interessante, por exemplo, utiliza de uma bancada retrátil. Quando essa peça existe, ela pode ser “escondida” em um armário, mantendo o espaço do cômodo amplo, e “puxada” sempre que for necessário um apoio.

Também é uma ótima pedida inserir nichos nas paredes. Com eles, os espaços que não comportam um armário, ou que simplesmente possuem um “buraco” na parede, ganham uma ótima função. Neste caso, de acomodar utensílios, alimentos ou temperos.

Caso esses nichos comportem alimentos, é importante que eles tenham porta. Do contrário, os exemplares ficarão expostos à sujeira e à gordura, o que pode prejudicar sua qualidade.

Você também pode embutir eletrodomésticos, como a geladeira e o fogão. Dessa forma, os itens não ficarão “no meio do caminho”, o que favorecerá o trânsito pela cozinha. Esse método também garante uma melhor uniformidade visual, tornando o espaço mais atraente.

Pensando neste aspecto, ainda é importante instalar uma coifa no ambiente. Afinal de contas, um fogão embutido geralmente fica longe da janela, e a inexistência de um exaustor poderia causar o acúmulo de gordura e cheiros.

Outra dica vantajosa é aderir aos suportes de utensílios e até para panelas. Os suportes são mais simples de serem acomodados, e permitem, inclusive, certa economia. Deixar os itens necessários à mão ainda facilita a movimentação pelo cômodo.

Em todo o caso, lembre-se que o destaque deste tipo de cozinha é pensar cada móvel de acordo com o espaço e a necessidade do cliente. Por isso, avalie bem a sua necessidade de armários e repartições. Se os móveis forem adequadamente pensados, a beleza do cômodo será uma mera consequência.

2. Bancadas

Existem diversos tipos de bancadas possíveis, e elas são bastante práticas. Isso porque, é possível utilizá-la como mesa; apoio para a preparação dos alimentos ou montagem dos pratos e etc. Logo, é sempre interessante pensar em inserir uma dessas estruturas na cozinha.

Como já citado, é possível utilizar de uma bancada retrátil, que otimiza o espaço. Outra opção é a escolha por uma ilha central, ou seja, uma bancada localizada no centro do cômodo. É possível ainda aderir a uma estrutura em U, ou em L, de acordo com o espaço disponível.

Independentemente do tipo escolhido, é importante que a bancada tenha sua altura bem avaliada. É fundamental que ela seja confortável para a pessoa que mais passa seu tempo na cozinha em casa. Você pode, ainda, posicionar algumas banquetas em volta da estrutura, e então utilizá-la como uma mesa para refeições.

Caso o cômodo não possua muito espaço, não desista da opção. É interessante, ao menos, investir em uma pequena bancada. Ela poderá servir para a acomodação de pequenos eletrodomésticos, como o liquidificador ou o microondas.

3. Iluminação

Sempre que possível, mantenha a iluminação natural do espaço. Uma janela, além de permitir a entrada do sol, facilita a saída de cheiros e partículas que se acumulam no ar. Ainda assim, tenha atenção à iluminação artificial, com lâmpadas. As luzes precisam ser direcionadas especialmente ao fogão, bancada e mesa. Assim, será mais fácil preparar os alimentos.

4. Revestimentos

O revestimento de uma cozinha precisa, primeiro, ser resistente à umidade. Uma parede “comum”, apenas pintada, tem maior facilidade de mofar, e aí causaria uma série de problemas no ambiente. Por isso, escolha materiais como azulejos, pastilhas ou porcelanato, para as paredes e/ou pavimento. Além de seguras, as peças são bonitas e fáceis de limpar.

Cozinha americana com sala

Existem 3 tipos de cozinha americana: totalmente integrada, parcialmente integrada com marcenaria e integrada com alvenaria. Esse tipo de cômodo conta com uma bancada, que serve como divisória entre a cozinha e a sala, de estar ou de jantar.

Quando a cozinha é totalmente integrada, todas as paredes que separariam o espaço e a sala são eliminadas. Já uma cozinha parcialmente integrada com marcenaria tem uma bancada, feita de madeira.

Por fim, há a cozinha americana integrada com alvenaria, a mais comum do mercado. Nela, a bancada é feita de alvenaria (tijolos e um tampo, geralmente de pedra), e é ela que também separa o espaço de outros cômodos.

Cozinhas simples

Ter uma cozinha simples não significa, necessariamente, contar com uma cozinha “sem graça”. É possível trabalhar o espaço de forma bastante interessante, mesmo que ele seja diminuto ou já definido por móveis fixos.

Desta forma, o primeiro passo é adotar uma decoração funcional. Ou seja, não apenas objetos que sejam bonitos, mas também que sejam úteis ao dia a dia. Uma boa pedida é utilizar alguns suportes de panelas e utensílios. Além de otimizar o espaço, eles criam um belo visual. Eletrodomésticos, jarras e outros utensílios coloridos também costumam dar um up no visual.

Utilizar prateleiras é outro método eficaz. Colocadas nos espaços “livres” das paredes, elas mudam a decoração e ainda criam novos locais para acomodação dos objetos. Quando as prateleiras são de metal ou vidro, têm aspecto mais moderno. Quando coloridas, levam mais “vida” ao espaço.

Finalmente, é importante que uma cozinha simples tenha um ponto de destaque. Pode ser um armário com um material diferente ou, quem sabe, um eletrodoméstico colorido. Chamar a atenção para um único local tende a transmitir a ideia de um espaço inovador, ainda que básico.

Cozinha moderna

Agora, se o seu objetivo é decorar uma cozinha moderna, é hora de investir em materiais mais “nobres”. Um ambiente deste tipo precisa contar com peças diferentes e também com imensa harmonia. Por isso, são utilizados materiais como o laca, vidro, acrílico, concreto e aço.

O laca é um produto utilizado para o acabamento das superfícies. Com aspecto brilhante, ele dá ótima aparência à bancadas, pia e até à parede. Quando utilizado em tons mais fortes, o aspecto de modernidade do espaço é ainda mais intenso. Além disso, o produto é econômico e muito fácil de limpar no dia a dia.

Já o vidro pode aparecer especialmente nas bancadas. Como reflete a luz, o produto permite a sensação de um ambiente mais amplo, inclusive se o espaço for diminuto. Enquanto isso, o acrílico pode compor os armários, bancadas e até decorar as paredes. Assim como o laca, ele tem aparência brilhante e atual.

Ao citarmos o concreto como opção, você pode se perguntar: “mas o concreto não aparece em toda a construção?”. Bom, sim, mas geralmente ele é coberto por outro material, como acabamento. Ao manter o concreto aparente, contudo, obtém-se um visual mais urbano e estiloso na cozinha. Ele pode aparecer nas paredes, mesas e banquetas.

Em todo o caso, porém, o concreto precisa passar por um tratamento específico, para que se torne resistente à umidade e impurezas. Do contrário, a umidade e sujidades, comuns da cozinha, poderão danificá-lo.

Por fim, há o aço inoxidável. Seu uso é muito comum em cozinhas industriais, pois facilita a limpeza no cotidiano de um restaurante. No entanto, o produto é igualmente interessante para cozinhas domésticas. Neste caso, basta combinar o visual metalizado com outros materiais, como o acrílico ou pontos de cor. Assim, o ambiente parecerá moderno, mas sem remeter demais a um espaço industrial.

Cozinha pequena

Uma cozinha pequena mal planejada pode ser um problema. Imagine ter que caminhar entre o fogão e a geladeira, por exemplo, e no meio do caminho encontrar algumas portas de armários ou banquetas. Desconfortável, não é mesmo? E também problemático, pois cozinhar dará muito mais trabalho do que o normal.

Visando evitar este tipo de problema, os arquitetos costumam aderir a alguns cuidados especiais no projeto.

Quais cores utilizar?

A começar pelas cores utilizadas no ambiente. Quando os tons são claros, eles tendem a ampliar o visual do espaço. Cores escuras, por outro lado, “fecham” o cômodo, criando uma sensação sufocante.

Dessa forma, é vantajoso aderir a cores como o branco ou o bege. Outras cores, mas em tons pastéis, também são interessante. No caso do consumidor desejar uma tonalidade mais intensa, é fundamental escolher um único ponto de cor. Uma bancada colorida, ou uma parede pintada, ou um eletrodoméstico diferenciado.

Planejando os armários

Uma cozinha pequena merece, ainda mais do que todas as outras, um planejamento detalhado. Isso significa que é extremamente vantajoso projetar os armários do espaço, em vez de adquirir peças já prontas. Além de criar um espaço diferenciado e especialmente pensado para as necessidades do consumidor, essa estratégia irá otimizar o ambiente.

Caso o objetivo seja tornar o cômodo visualmente maior, existem algumas dicas fáceis. Como a de aderir a armários com portas de vidro. O aspecto translúcido do material permite a passagem da luz pelo espaço, aumentando a sua percepção. Utilizar armários da mesma cor das paredes faz o mesmo. Isso quando o tom é claro, como sugerido anteriormente.

Também é um ótimo recurso utilizar móveis dobráveis, extensíveis ou retráteis. Bancadas, mesas para refeições, e banquetas que se “escondem” sob uma bancada são só algumas das possibilidades. Deste modo, o espaço é otimizado, sem móveis impedindo o tráfego pelo cômodo.

Iluminação e integração

Para a sensação de amplitude, também é interessante investir em dois outros aspectos. São eles: a integração de cômodos e a iluminação. Ao falarmos da integração, a opção mais viável é a de uma cozinha americana. Ou seja, de uma cozinha “sem paredes”, que separe o espaço e a sala apenas por meio de uma bancada. Assim, o visual será de um espaço mais amplo e menos “sufocante”.

A iluminação, por outro lado, deve ser trabalhada de modo a tornar o espaço mais claro. Aqui, você pode definir uma iluminação central potente, e depois distribuir outras lâmpadas pelo espaço. É sempre importante direcionar iluminação especial para a bancada, pia e fogão. Afinal de contas, estes são os locais em que os alimentos são manuseados, e é necessário enxergá-los adequadamente.

Sempre que possível, é importante ainda aproveitar ao máximo a iluminação natural. Caso a cozinha possua uma janela, evite bloqueá-la com móveis ou mesmo cortinas. A ventilação natural também é importante para este ambiente, pois evitará o acúmulo de cheiros e gordura.

Cozinha de apartamento

Na maior parte das vezes, a cozinha de um apartamento também é pequena. Por isso, valem todas as dicas do tópico anterior. Porém, também é necessário considerar uma possibilidade: a de que não seja possível planejar a cozinha. Ou pela falta de recursos, ou porque ela já possui seus próprios móveis.

Em todo o caso, ainda é possível aproveitar o espaço bastante bem. Um método interessante é investir na decoração. Quando objetos, inclusive utensílios da própria cozinha, chamam a atenção para si, o tamanho do espaço se torna menos relevante. Não significa, porém, que você deva “atulhar” as paredes e armários de itens decorativos. O exagero pode criar efeito completamente contrário.

Mais uma vez, entretanto, invista na iluminação. Uma cozinha bem iluminada é fundamental para o processo de preparação dos alimentos, e com conforto.

Móveis para cozinha

Na hora de escolher os móveis da sua cozinha, você pode seguir algumas dicas bastante úteis. A começar pela medição do espaço disponível. Seja para o planejamento dos móveis, seja para comprá-los prontos.

Segundo especialistas, o ideal é que as bancadas de uma cozinha tenham, no mínimo, 90 centímetros de altura e 60 centímetros de profundidade. O mesmo para a bancada da cozinha e o fogão. As medidas vão garantir que o espaço seja confortável para indivíduos das mais variadas alturas.

É igualmente importante avaliar a distância entre as bancadas, armários, mesas e outros móveis. Os indivíduos devem contar com, ao menos, 50 centímetros de espaço para trânsito no cômodo. Sem esbarrar nos móveis.

Ainda é essencial ter atenção ao material de que os móveis são produzidos. A cozinha é um espaço de acúmulo de umidade e gordura. Caso os produtos sejam frágeis a estes fatores, eles poderão ser rapidamente danificados. Logo, até mesmo a madeira deve passar por um tratamento cuidadoso antes de ser utilizada.

Invista ainda na decoração, para que ela seja tão atraente ali, quanto no restante da casa. Como já citado, cuidado apenas com o exagero de cores e objetos. Uma opção bastante criativa é inovar nos puxadores das gavetas e portas dos armários. O ponto de destaque fará completa diferença no ambiente.

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Cozinhas com bancada

Existem diversos tipos de bancadas disponíveis no mercado, e sua escolha precisa considerar uma série de fatores. A começar pelo modelo de decoração do ambiente. Outro aspecto importante é o espaço disponível, assim como o objetivo dessa bancada.

  • Bancada em porcelanato: indicado para uma decoração moderna ou vintage. O material tem incrível resistência e está disponível em diferentes cores.
  • Bancada em granito: além de bonita, uma pedra de granito tem enorme resistência a riscos. Ou seja, é possível até mesmo utilizá-la como base para o corte de alimentos.
  • Bancada em mármore: o mármore é muitas vezes confundido com o granito, mas tem aspecto mais liso e brilhante. Ele é bastante simples de limpar, e marca uma decoração forte e moderna.
  • Bancada em madeira: ao optar por uma bancada de madeira, o consumidor precisa tratá-la com cuidado. Isso significa impermeabilizá-la, evitando que o material seja afetado pela umidade do ambiente. Essa opção é bastante utilizada em decorações mais rústicas.
  • Bancada em cimento queimado: um visual mais urbano ganha bastante com este tipo de bancada. A opção também costuma ser barata, mas é necessário conversar com um arquiteto e analisar o custo atual.
  • Bancada em aço inox: o inox é um material bonito, moderno e fácil de limpar. Contudo, é importante balanceá-lo com outros itens. Assim, o visual industrial do ambiente será menor — a menos, é claro, que seja este o objetivo.
  • Bancada com pastilhas: você já conhece as pastilhas? Elas são “pequeninas cerâmicas”, esmaltadas e com belo visual. Quando compõe uma bancada, o material deixa a superfície estilosa e divertida.
  • Bancada com Nanoglass: o nanoglass é um material homogêneo, liso e brilhante. Seu visual é bastante moderno e imponente, e pode fazer toda a diferença na cozinha.
  • Bancada em acrílico: quem adere a essa opção conta com diversas alternativas de cores e texturas.

Pastilhas para cozinha

Como citado, pastilhas são “pequenas cerâmicas” que forma um belo visual de mosaico, onde quer que sejam aplicadas. Contudo, as peças não existem apenas em cerâmica. Seu incrível efeito pode ser garantido também por pastilhas de vidro, aço e outras.

Quando as pastilhas utilizadas são de inox, a cozinha tem reforçado o seu aspecto industrial. Contudo, seu visual também é bastante moderno. Por isso, o produto pode agregar muito à decoração, especialmente se aplicado na parede próxima à pia. As pastilhas são simples de limpar e ainda dão um ar imponente ao ambiente.

Já as pastilhas de vidro são responsáveis por ampliar o local. Elas refletem mais facilmente a luminosidade, e por isso promovem uma sensação de maior leveza no cômodo. Suas vantagens também incluem sua facilidade de limpeza e resistência. As peças não mancham ou perdem a cor — pastilhas de vidro não são, necessariamente, transparentes.

Para que todas as vantagens sejam garantidas, porém, é importante que um especialista aplique o produto. Apenas um profissional terá todos os cuidados relacionados à prevenção da umidade e manchas, no uso de qualquer tipo de pastilha.

Ainda há a vantagem de que as pastilhas estão disponíveis nas mais variadas cores. Dessa forma, elas podem ser a fonte do tão indicado ponto de cor em uma cozinha. Contudo, é importante evitar um ambiente visualmente cansativo. Dessa forma, as “pecinhas” devem ser colocadas em apenas uma parede, uma única bancada ou outro. A harmonia de objetos e tons é fundamental no espaço.

 

Pedras e Mármores para cozinha

São duas as principais pedras utilizadas na cozinha: o mármore e o granito. Não apenas por sua beleza, mas também por sua incrível resistência à umidade e à abrasão. Muitas vezes, os dois materiais são confundidos, por serem levemente semelhantes visualmente.

Ambas as peças podem compor mesas, paredes (algo ainda não tão difundido) e, principalmente, bancadas. Elas também devem sempre ser limpas com um pano úmido e detergente, sem o uso de qualquer produto abrasivo.

O mármore

Em todo o caso, os produtos contam com diversas diferenças. Para começar, o mármore é uma rocha natural metamórfica. Ele é composto principalmente por minerais de calcita, e se destaca por seu visual. Um mármore possui sempre “veios” de cor, que marcam a superfície como uma peça bonita e moderna.

Uma peça de mármore é mais porosa, e conta com “dureza Mohs” baixa – entre 3 e 4. O produto risca mais facilmente, e também é suscetível à gordura e manchas de umidade. Por isso, caso seja utilizado, ele deve compor áreas que normalmente não acumulam água. Ainda serve para bancadas, paredes e mesas, mas desde que não haja tanto dos “perigos” citados por perto. Logo, é melhor aplicá-lo à bancada, pois ela ganhará um visual bastante atraente.

O granito

Já o granito é uma pedra natural ígnea, ou seja, é o resultado do processo de solidificação da lava de um vulcão. Ele é formado pelos minerais mica, quartzo e feldspato, que garantem sua incrível resistência. O material possui, por exemplo, “dureza Mohs” alta, entre 6 e7, e por isso não risca.

O granito também possui baixa porosidade, o que impede a absorção de água e sujidades. Por esse motivo, ele pode ser aplicado, inclusive, na pia da cozinha, pois não será facilmente danificado.

Tal como o mármore, o granito também possui uma característica visual destacável. Ela consiste em uma série de “pontinhos” pretos em sua superfície, independentemente da tonalidade da pedra.

Outras pedras para a cozinha

Existem ainda diversas opções de pedras para a instalação nas paredes, bancadas ou mesas da cozinha. Por isso, é fundamental conversar com o seu arquiteto e avaliar as vantagens de cada uma. Analisando o espaço e o objetivo do consumidor, o profissional tem maior facilidade em indicar o material mais adequado.

Ainda assim, citaremos outras alternativas. Como o quartzo, bastante utilizado nas bancadas. Como possui baixa porosidade, o produto é resistente à umidade e a manchas.

Há também o corian, muito indicado quando o objetivo é criar estruturas com formatos diferentes. Ou seja, fugindo das clássicas peças “quadradas”, e aderindo a itens mais “curvos”. O corian tem ótima resistência, não mancha, não risca, nem lasca.

Outra opção é o nanoglass, brilhante e lindíssimo. Existem, contudo, algumas ressalvas: o produto não resiste a altas temperaturas. Ele também trinca com mais facilidade do que os demais materiais citados. Assim, é importante usá-lo apenas em estruturas que não sofrerão tanto impacto, como uma bancada utilizada apenas para refeições rápidas.

Estilos de decoração da cozinha

Definir o estilo ideal para a cozinha nem sempre é simples. Há, porém, uma dica de ouro: combine o ambiente com o restante do imóvel.

Isso não significa que, para contar com um estilo vintage na cozinha, toda a sua casa deverá lembrar décadas passadas. Na verdade, é necessário harmonizar os tons e cores. E mesmo os estilos, não necessariamente tornando-os iguais.

De qualquer forma, é interessante evitar a combinação de um visual super moderno em casa, com móveis contemporâneos, enquanto a cozinha lembra uma fazenda, cheia de itens rústicos. O contraste exagerado costuma se tornar incômodo.

Cozinhas modernas

Quem deseja aderir a uma decoração moderna na cozinha pode apostar em dois itens principais: o aço inox (ou o vidro) e cores. Acabamentos mais curvilíneos dos móveis também auxiliam neste aspecto.

Em relação às cores, é interessante definir um tom principal de acordo com o material predominante do espaço. Veja: se o objetivo for utilizar o aço inox, é mais atraente optar por cores neutras. Como o branco, bege, cinza ou mesmo o preto. Tenha atenção, de qualquer forma, à intensidade das cores pois, quando escuras, elas tendem a “fechar” o espaço.

Já o uso do vidro tirará maior proveito de cores intensas, como o amarelo, vermelho ou outra desejada. Assim, a luminosidade do vidro será balanceada pela tonalidade. Lembre-se, apenas, de aderir a um único ponto de cor, como uma bancada ou parede. Assim, não haverá contraste exagerado no ambiente.

Uma cozinha moderna também pode contar com bancadas mais modernas. Isso sugere o uso de materiais como o mármore, o nanoglass e o acrílico. Outra estratégia é aderir às “opções invisíveis de armazenamento”, como armários sem puxadores. Esse tipo de cuidado torna o ambiente mais clean, algo fundamental neste tipo de decoração.

Cozinha com estilo vintage

Para obter uma decoração vintage, é preciso adotar, especialmente, tons pastéis. Tonalidades claras de verde, azul ou rosa são algumas das mais indicadas para este tipo de visual. Combinar o azul royal e o amarelo também é uma ótima pedida.

Acentuar o aspecto de décadas passadas não é difícil. Primeiro, invista na madeira: nos armários, na bancada. O ideal é que os armários sejam os pontos de cor do ambiente, sempre na tonalidade pastel. Se os móveis possuírem um visual vintage, mais “clássico”, ainda melhor.

Também é importante usar o branco para balancear os pontos coloridos. Como os armários serão pintados, coloque as paredes em branco. Quando o espaço é diminuto, essa harmonização ainda o torna visualmente mais amplo.

Cozinhas rústicas

Madeira, madeira, madeira! Este é o principal material para a decoração de uma cozinha rústica. O produto pode ser aplicado nos mais variados espaços: no teto, no chão, nos armários, na bancada, nas paredes. Usar os próprios utensílios domésticos para a decoração é outra dica que reforça o aspecto rústico do ambiente.

Outros materiais, como pedras ou parquet, também podem ser utilizados. Contudo, é importante que os acabamentos sejam sempre naturais. No caso da madeira, tenha apenas o cuidado de tratá-la contra a umidade e o acúmulo de gordura. Do contrário, o produto sofrerá manchas e terá desgaste muito mais rápido.

Cozinhas de estilo escandinavo

A principal característica de uma cozinha de estilo escandinavo é a sua claridade, proporcionada pelo uso quase que irrestrito da cor branca. Também é preciso dar atenção especial à sensação de amplitude do ambiente.

Além do branco, é possível utilizar cores que remetam à região da Escandinávia. Isso inclui os tons pastéis das estações do ano: menta, azul e cinza.

Em vez de armários “pesados” e fechados, também é interessante aderir a mais prateleiras e nichos. O melhor é que as superfícies da cozinha sejam de madeira tratada, em tom branco ou ao menos mais suave do que a madeira escura, mais comum no mercado.

Finalmente, o estilo escandinavo ainda inclui um apreço pelo contraste. Por isso, você também pode utilizar um ponto de cor mais intenso. Portas coloridas e azulejos decorativos são algumas das opções favoritas dos arquitetos. As peças ganham enorme destaque nas superfícies geralmente brancas.

Cozinhas estilo eclético

Ficou na dúvida entre os estilos, e gostaria de poder utilizar todos eles? Pois você pode! Basta criar uma cozinha de estilo eclético. Isso significa misturar os mais variados elementos no espaço, tornando-o mais divertido e personalizado.

Este tipo de cozinha merece maior dedicação. A mistura de itens não pode ser exagerada, ou terá aspecto visualmente cansativo. Por isso, defina primeiro os tipos de decoração que serão utilizados. Depois, priorize um deles, utilizando apenas detalhes pontuais dos demais.

Você pode, por exemplo, escolher misturar o estilo escandinavo e o vintage. Neste caso, invista em paredes brancas e em móveis coloridos e com visual “clássico”. Inserir alguns lustres no espaço também pode reforçar o estilo vintage, mas sem fugir da sobriedade que o escandinavo exige.

Como escolher a cor para cozinha?

Já falamos sobre cores ao longo do texto, e este é um dos aspectos mais importantes de uma decoração. Afinal, a escolha do tom errado pode tornar todo o ambiente desagradável visualmente. A definição das tonalidades, contudo, deve sempre levar em conta o gosto pessoal do consumidor. Evite as “cores da moda”, pois é mais fácil “se cansar” delas.

Há outra dica importante, que já citamos. Cores escuras, são para ambientes amplos. Cozinhas compactas precisam contar com cores claras! Quando uma tonalidade escura é utilizada em um ambiente pequeno, seu visual se torna ainda menor.

Não significa, de qualquer forma, que sua cozinha deverá ser apenas branca. A menos, é claro, que seja este o seu desejo. Na verdade, tons pastéis são tão interessantes quanto. Utilizar um único ponto de cor intenso (uma bancada, uma parede) também é um ótimo modo de criar uma belíssima decoração.

Algumas combinações de cores são ainda bastante atraentes para a cozinha. Você pode, por exemplo, misturar:

  • O verde esmeralda e o cobre, que geram um visual clássico e luxuoso;
  • O azul e o vermelho, que criam modernidade e sobriedade na cozinha;
  • O preto e o cinza, que criam um ambiente sofisticado e sóbrio;
  • O verde e o azul que, juntos, tornam o ambiente mais alegre. Isso especialmente quando os tons são balanceados com o branco. Para um ambiente vintage, basta utilizar as tonalidades pastéis;
  • O amarelo e o branco, que reforçam a luminosidade do espaço e o tornam mais acolhedor;
  • O branco e o roxo (ou lilás), que dão a qualquer ambiente um aspecto “moderninho” e delicado;
  • O rosa e o marrom (ou preto), que resultam em um espaço romântico e aconchegante.

Quanto custa decorar uma cozinha?

O preço para montar uma cozinha é bastante variado. Varia, por exemplo, de acordo com a região do País. Varia também conforme o arquiteto contratado, o tamanho do espaço, os materiais desejados, os móveis (planejados ou não), o estilo escolhido e mais.

Dessa forma, é difícil definir um preço para a decoração do ambiente. É necessário que você busque um arquiteto e planeje exatamente o que precisa. O ambiente terá uma bancada? Os móveis serão retráteis? Qual será a decoração da parede? Analisando todos estes aspectos, cliente e arquiteto podem avaliar as melhores soluções.

Em todo o caso, é possível estimar, ao menos, a elaboração do projeto da cozinha. Segundo a Associação Brasileira de Designers de Interiores, o preço médio para o desenvolvimento de um plano para o cômodo é de R$ 76. Isso no estado de São Paulo, e considerando um espaço que tenha dimensões entre 10 m² a 59 m².