Curso de energia solar: saiba tudo sobre a capacitação

Investir em um curso de energia solar é, com certeza, um ótimo modo de qualificação. Não apenas porque isso expande seu mercado de atuação mas, ainda, porque o mercado de energia renovável está, a cada ano, mais atuante e em alta.

O uso de combustíveis fósseis na produção de energia vem se tornando menos comum ao longo dos anos – apesar de, ainda, ser o principal no mundo. Isso porque, materiais como o petróleo tem diminuído suas reservas.

Mais do que isso: empresas e governos têm se preocupado com a poluição do meio ambiente. Logo, energias renováveis, como a solar, vem chamando cada vez mais atenção. Não apenas de grandes consumidores, mas também para o uso doméstico.

A energia solar nada mais é do que a energia obtida por meio da luz e do calor do sol. Para que isso aconteça, é necessário que o imóvel conte com uma série de equipamentos específicos, capazes de transformar esses componentes em energia térmica ou elétrica.

Além de sustentável, esse tipo de energia é considerado renovável. Afinal, o sol nasce todos os dias e mesmo a mínima luz solar pode ser capaz de gerar carga.

O que você vai aprender no curso de energia solar?

No nosso curso de energia solar, diversos aspectos da energia e sua utilização são abordados. Você poderá, por exemplo, descobrir como montar seu negócio de energia solar. Vai, ainda, saber todas as vantagens e possibilidades deste tipo de potência.

Ao contratar a capacitação, o usuário ainda aprende a fazer a instalação do sistema de energia solar e sua manutenção. Diversos outros aspectos relacionados também fazer parte do conteúdo ofertado, distribuídos em mais de 180 horas de conhecimento.

Como funciona a produção de energia solar?

Para contar com energia solar em seu imóvel (doméstico ou comercial), o consumidor precisa instalar painéis solares. Também chamadas de módulos fotovoltaicos, as estruturas são as responsáveis por captar a luz do sol.

Quanto mais luz direta do sol os painéis recebem, melhor será a sua atuação para a geração de energia. Por isso, é sempre vantajoso que as peças sejam colocadas no telhado do imóvel, ou então em outro espaço que conte com tanta incidência quanto. É importante, ainda, evitar o recaimento de sombras sobre a superfície.

Recebendo a energia necessária, o painel converte-a em uma corrente elétrica contínua. Essa corrente é captada pelos filamentos condutores do módulo fotovoltaico, e então enviada para o inversor interativo.

Depois, ela é transferida para um aparelho chamado de inversor solar. Este aparelho é o responsável por, finalmente, converter essa energia para a energia elétrica como a conhecemos e utilizamos normalmente. Ou seja: o aparelho transforma a energia de corrente contínua para corrente alternada. A corrente alternada é a normalmente utilizada nas residências ou empresas.

Logo que utilizada, essa energia elétrica renovável garante certa economia de energia na conta de luz do imóvel. Caso toda a corrente gerada não seja utilizada, ainda é possível lançá-la na rede elétrica comum, “emprestando-a” à companhia de energia elétrica. Aqui, o consumidor recebe “créditos energéticos”.

Em todo o caso, é importante destacar que a energia solar pode gerar bem mais do que a energia elétrica, mesmo que a eletricidade seja a mais abordada neste texto. A citação elétrica busca, especialmente, facilitar a compreensão do tema. Continue acompanhando o texto — logo mais, apresentaremos outros usos do sistema.

Como os Créditos Energéticos podem ser utilizados?

A possibilidade de geração e uso dos Créditos Energéticos surgiu com a resolução normativa Nº 482/2012 da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). A regra estabeleceu que qualquer energia ativa, em Watts, pode ser injetada na rede de energia por uma unidade consumidora (residência ou espaço comercial).

Neste caso, os Watts são “emprestados” de forma gratuita à companhia energética, e em seguida distribuídos a outros consumidores. O usuário gerador, então, ganha descontos em sua conta elétrica mensal, de acordo com o quanto disponibilizou.

Em todo o caso, é importante verificar as regras específicas da companhia de energia da sua cidade. O passo a passo do procedimento e registro dos Watts deve ser devidamente realizado, para que o consumidor obtenha seus benefícios de economia na conta.

Formas de uso da energia solar

Existem diversos modos de utilizar a energia gerada pelo sistema fotovoltaico. Todos são bastante benéficos, e podem ser indicados em maior ou menor grau, dependendo do ambiente. Em todo o caso, são três as tecnologias principais: a energia solar térmica, energia solar heliotérmica e a conversão direta da radiação solar em energia elétrica.

1. Energia Solar Térmica

Segundo a Aneel, para aquecer a água de uma residência são necessários, ao menos, 4 m² de coletores fotovoltaicos. Isso considerando que a água é utilizada diariamente por três ou quatro moradores. Os aquecedores solares geralmente são instalados para esquentar a água do banho, mas também podem aquecer torneiras. Esse aproveitamento térmico também é comum em ambientes industriais.

2. Energia Solar Heliotérmica

Quando a energia é heliotérmica, um concentrador foca a energia solar em um ponto específico. Um coletor pode ser, por exemplo, um espelho, e costuma ser instalado em um tubo a vácuo ou no topo de uma torre. Como resultado, apenas o líquido que passa ou fica armazenado nesses espaços é aquecido. Em seguida, o vapor gerado pelo aquecimento alimenta uma turbina elétrica a vapor. Assim, a eletricidade é gerada e utilizada.

3. Energia Solar Fotovoltaica

A conversão direta da radiação solar em energia elétrica ocorre como citado no início deste texto. Assim que coletam a luz solar, as células fotovoltaicas transformam-na em energia elétrica, que pode ser utilizada de diversos modos na edificação. Como para o aquecimento do chuveiro, o acender das lâmpadas ou a ligação de eletrodomésticos.

Quais as vantagens e desvantagens da energia solar?

Uma das vantagens que mais costuma atrair os consumidores para a energia solar é a economia. Normalmente, um sistema fotovoltaico de 6kWp tem 30 anos de vida útil. Somando os valores economizados neste período, a quantia poupada pelo usuário pode ser de R$ 250.000,00. Ou seja, por ano, há uma economia de pouco mais de R$ 8 mil!

Também é preciso destacar, porém, a enorme vantagem do sistema para o meio ambiente. O uso de combustíveis fósseis, como o petróleo, emite gases como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NOx) e dióxido de carbono (CO2). Os componentes são altamente poluentes, e contribuem para o agravamento do Aquecimento Global. A energia solar, porém, não emite qualquer tipo de poluente.

Até quando comparada com a energia hidroelétrica, a solar se faz interessante. Isso principalmente porque uma hidrelétrica provoca uma série de impactos ambientais e sociais. Normalmente, a construção de uma indústria desse tipo requer, por exemplo, a desapropriação de famílias e o alagamento de áreas da natureza. A água também pode se tornar um recurso escasso em alguns períodos, o que gera as crises hídricas e energéticas, infelizmente cada vez mais comuns no Brasil.

Em todo o caso, a instalação do sistema fotovoltaico costuma ter custo um pouco alto. Por isso, é fundamental apresentar as diversas vantagens aos consumidores, inclusive em relação à economia em longo prazo.

Tipos de geração de energia elétrica

É sempre interessante que, quem deseja realizar um curso de energia solar e se dedicar ao trabalho, conheça também informações sobre os demais modos de produção de energia elétrica. Afinal, deste modo torna-se mais simples apresentar as diversas vantagens da utilização do sol como fonte de eletricidade renovável. Por isso, a seguir apresentamos outros tipos de produção da potência elétrica. Acompanhe!

Energia eólica

A energia eólica é uma das opções mais incríveis e limpas de produção de eletricidade. Isso porque, os equipamentos necessários são “simples”: um grande “catavento”, um conversor/gerador de energia, e um transmissor. Ainda assim, os custos para a instalação de uma usina eólica são altos. É por este motivo que, mesmo que bastante interessante ao ambiente, a alternativa é tão subutilizada.

No Brasil, a região Nordeste é uma das principais regiões a utilizar dessa possibilidade. Isso uma vez que suas praias contam com grande espaço para instalação dos cataventos, e ventos fortíssimos para a geração da energia.

Energia hidrelétrica

Tal como já citado, a energia hidrelétrica é a mais utilizada no Brasil. Não apenas graças à riqueza hídrica do País, mas também por seu ótimo custo-benefício. Ainda assim, como também explicado, as crises hídricas, cada vez mais frequentes, têm prejudicado o fornecimento desse tipo de eletricidade.

Biomassa

Considerando as opções sustentáveis de energia, a biomassa é outro destaque. Ela é produzida por meio de qualquer matéria orgânica não fóssil, de origem vegetal ou animal. Seu uso mais comum é para a geração de calor no espaço industrial. Contudo, ela também pode ser utilizada para a geração de eletricidade.

A característica sustentável dessa opção ocorre por dois motivos: primeiro, sua fonte renovável (já que a matéria orgânica que seria mandada para o lixo pode ser utilizada); e a não eliminação de poluentes.

Na verdade, a biomassa elimina no ambiente o chamado o dióxido de carbono. O dióxido, porém, é “aproveitado” pela natureza, já que as plantas utilizam-no para realizar a fotossíntese. A fotossíntese é o processo pelo qual um vegetal produz energia e elimina ar puro. O principal problema da biomassa ainda é seu alto custo de instalação.

Combustíveis fósseis

Mesmo com o avanço da tecnologia ao longo dos anos, os combustíveis fósseis são algumas das principais fontes de energia utilizadas no mundo. Especialmente em indústrias. São três os tipos mais conhecidos: o petróleo, o carvão mineral e o gás natural. Além de liberarem muitos poluentes na natureza, essas opções são não-renováveis. Ou seja, um dia suas reservas chegarão ao fim, e precisarão ser substituídas definitivamente por fontes renováveis de energia.

Energia nuclear

Apesar de bastante eficiente, a energia nuclear ainda é pouco utilizada. Isso uma vez que ela é considerável instável e perigosa, tendo já provocado uma série de desastres no mundo. O mais conhecido deles é o Acidente Nuclear de Chernobil, de 1986, que matou 56 pessoas após uma explosão na fábrica nuclear.

Também chamada de energia atômica, esse tipo de potência é obtido por meio da fissão nuclear de materiais radioativos, como o urânio-235.

Energia geotérmica

No Brasil, não existem estações de energia geotermal. Essa opção é obtida por meio do calor existente no interior da terra. Normalmente, esse calor é obtido por gêiseres naturais – apesar da ciência conhecer métodos de “induzir” a liberação do calor da terra.

De qualquer forma, a energia geotérmica é bastante eficaz. Em um campo de gêiseres da Califórnia (Estados Unidos), por exemplo, a potência instalada é de 500 MW. Países como a Islândia, México, Japão, Filipinas e Quênia têm investido na alternativa.

Marítima

Considerando que a água é um dos recursos mais abundantes do planeta, a energia marítima seria fácil de se obter. Ainda assim, ela ainda é pouco comum. Neste caso, a eletricidade é obtida a partir da energia cinética (do movimento) das marés, correntes marítimas e ondas. Pesquisas para expansão desse tipo de energia têm sido realizadas em todo o globo.

Energia solar: pesquisas podem intensificar a opção!

Tal como explicado ao longo do texto, a energia solar é uma opção cheia de vantagens. Ainda assim, apenas 1,19 GW da matriz energética brasileira é produzida por meio de sistemas solares fotovoltaicos. Os dados são do Banco de Informações de Geração (BIG).

É visando aumentar essa geração solar que inúmeras pesquisas continuam a ser realizadas na área. Assim, será possível tornar a produção de energia pelo sol mais eficaz e barata.

Este é o caso, por exemplo, de um recente estudo publicado na revista Nature Nanotechnology. A pesquisa foi feita no Centro de Engenharia e Ciências Computacionais (CECC), com a participação de pesquisadores vinculados à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

No presente estudo, os cientistas conseguiram extrair de um minério de ferro comum um material chamado hemateno. O hemateno tem três átomos de espessura e propriedades fotocatalíticas incomuns. Suas características indicam ótima capacidade fotocatalítica, ou seja, de absorção e uso da luz. A descoberta do componente abre portas para que, futuramente, ele seja utilizado na produção dos painéis fotovoltaicos. Poderá, então, potencializar a capacidade de produção energética dos equipamentos, aumentando, consequentemente, as vantagens de seu uso.

Agora que você já sabe um pouco sobre a energia solar, acesse o curso de energia solar e faça sua inscrição. Com o material, você poderá potencializar os seus conhecimentos e se tornar um profissional na área. Inclusive montando seu próprio negócio!

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