Recuperação de piso industrial

Saber como fazer a recuperação de piso industrial é um ponto muito importante para que a qualidade do piso seja sempre excelente e com aparência de novo. Para isso, existem diversas técnicas que foram elaboradas para nos ajudar a manter o acabamento perfeito dos pisos industriais.

E, pensando nisso, elaboramos um guia completo com todas as informações que você precisa saber acerca de como fazer este tipo de recuperação. Acompanhe e renove o seu piso industrial e saiba mais informações sobre os tipos de piso e a sua possível recuperação.

A importância da recuperação de piso

A recuperação de piso industrial é muito importante para que possamos garantir a vida útil a estes tipos de materiais, uma vez que, principalmente em escala industrial, diversos fatores podem impactar diretamente na “saúde” do piso.

Seja pelos impactos diários, com maquinarias, por exemplo, ou até mesmo o grande fluxo de pessoas transitando no local, danos podem surgir. Por estas razões, é muito importante que o material escolhido para o piso seja de qualidade e realmente preparado para o ambiente em questão.

Outro fator que torna os cuidados com o piso industrial um ponto muito importante a ser discutido é que o mesmo precisa, necessariamente, ser limpo de uma maneira mais profunda. Caso contrário, funcionários e colaboradores – dependendo do segmento da empresa – poderão estar sujeitos a contaminação.

Porém, muita gente ainda se questiona sobre as causas do desgaste. Mas, nem sempre o problema e a patologia do piso estão diretamente relacionados com a “falta de qualidade” na hora de escolher o material, ou na hora da aplicação, mas, sim, o próprio tempo pode dar margem ao processo de desgaste deste piso.

Por isso, a restauração periódica se faz necessária, uma vez que é esta recuperação de piso industrial que garante estética, conforto, segurança e tranquilidade para a empresa.

Recuperação de piso de concreto polido

O primeiro passo para que seja feita a restauração de modo eficiente, no piso de concreto polido, é identificar de fato o problema. Ou seja, é necessário que seja feito um tipo de diagnóstico do problema para então poder tomar as providências cabíveis para a situação.

Dentre as causas, deve-se pensar nos seguintes fatores:

  • Desgaste superficial: quando há um desprendimento do cimento e pequenos grãos de areia na superfície. Este desprendimento é provocado pela baixa resistência que o piso apresenta à abrasão;
  • Delaminação: neste caso, o desplacamento é mais superficial, sendo do acabamento do piso. Isso ocorre a partir do selamento prematuro que há na superfície, antes que seja feita a cura correta do concreto. Assim, há uma retenção de água na camada que deveria ser impermeável;
  • Fissuras e trincas: estes problemas são causados principalmente quando há certas deficiências que afetam diretamente o comportamento da base, ou então pela movimentação de placas.

A recuperação de cada patologia

Cada caso requer cuidados e recuperações específicas para que seja restabelecido o acabamento perfeito do piso polido. Assim sendo:

  • No primeiro caso, quando há o desgaste superficial, o tratamento do piso se dá a partir da aplicação de um tipo de endurecedor químico, que é feito depois de uma limpeza profunda com escovas abrasivas. Assim, aplica-se seguidamente o produto para que seja possível garantir a eliminação eficiente da porosidade superficial que possa ainda haver no local;
  • Quanto ao caso da delaminação, o reparo ocorre através de um corte geométrico feito diretamente na área danificada. Assim, é possível que se faça a regularização da superfície, proporcionando um acabamento com a espessura adequada para aplicar argamassas;
  • Quanto às fissuras e trincas, é preciso recortar a área que precisa ser recuperada e, assim, preencher o espaço com argamassa que seja epóxi, de alta resistência. Além disso, é necessário que se faça um corte para alinhar as juntas.

Recuperação de piso de garagem

Do mesmo modo como ocorre no caso anterior, é preciso que consideremos a origem da patologia (que também podem ser as que citamos anteriormente) no piso de garagem. Somente a partir de um diagnóstico conciso é que se pode pensar na solução mais pertinente para o problema.

Mas, de modo geral, dependendo do tipo de revestimento que o piso possui, é possível que seja trocada apenas a parte afetada pela patologia. Assim, não há uma necessidade de grandes mudanças na estrutura deste revestimento.

Em contrapartida, como mencionamos, é preciso que o diagnóstico seja minucioso pois, muitas vezes, trocar apenas a parte danificada é o mesmo que “tapar o sol com a peneira”. Portanto, em caso de dúvidas, não hesite em questionar um profissional de confiança e qualificado. Assim, é possível estipular as possíveis causas e soluções do problema.

Recuperação de piso epóxi

Os pisos epóxi apresentam muitos benefícios para quem os usa em suas indústrias. Eles apresentam um acabamento perfeito e, além disso, auxilia no processo e manutenção de limpeza. Tudo isso garante um piso sempre limpo e com um aspecto de recém aplicado.

Porém, o problema aparece quando algumas patologias começam a surgir em determinadas partes do piso. Assim, ficam evidentes diversas marcas e irregularidades que podem comprometer não somente a estética, como a segurança no local.

A recuperação pode ser um pouco mais demorada que em outros casos e, assim, pode acarretar a paralisação por mais tempo. Portanto, é preciso certo planejamento para garantir uma recuperação eficiente, para que a mesma não seja interrompida devido a outras necessidades do empreendimento em questão.

Cuidando do seu piso industrial

Todo processo de recuperação de um piso, seja ele industrial ou residencial, requer uma série de atividades que possam promover bons resultados, por exemplo, a etapa do diagnóstico.

É muito importante que seja feito um estudo aprofundado do local, para que realmente seja estipulada a causa do problema e para que, assim, possamos resolvê-lo.

Mas, além disso, enquanto a recuperação estiver sendo feita – e até mesmo depois de pronta – é importante que também seja respeitado o tempo de cura, ou seja, a liberação de tráfego, de pessoas ou maquinarias, deve considerar a cura efetiva do piso para que a recuperação não seja feita em vão.

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