Tipos de Palmeiras para Jardins e Vasos

Uma das plantas preferidas de todo o paisagista é a palmeira. Afinal, são tantos os tipos de palmeiras que é fácil combiná-la com os mais variados ambientes e plantas. Com tanta variedade assim, é importante conhecer as principais, para que você mesmo possa cultivá-la e manter seu jardim sempre bonito. Acompanhe nesse texto tudo que você precisa saber para plantar agora mesmo seu exemplar!

 

Palmeira é um nome genérico para uma série de plantas da família das palmáceas, sendo que mais de 4 mil espécies são conhecidas da ciência. Todas elas, de qualquer forma, possuem características comuns, facilmente identificáveis.

Uma palmeira, por exemplo, tem seu caule, ou tronco, chamado de estipe. Na maior parte das vezes, ele é reto e esguio. Em uma das espécies decorativas, ele também aparece curto e dilatado. Sua casca é sempre endurecida, formado por fibras bastante fortes.

Outra característica importante é que as palmeiras não criam galhos como as outras árvores. Além de seu caule, sua outra única parte é a folhagem, também característica. As folhas dessa planta são semelhantes a lâminas, que aparecem formando grandes leques. Essas folhas têm tamanhos variados, que variam principalmente com a altura da planta.

Independentemente da espécie da palmeira, de qualquer forma, ela possui grande característica ornamental. A decoração realização com a ajuda da planta tende a ser elegante e a destacar bastante o espaço.

Conheça abaixo alguns tipos de palmeiras para jardins residenciais.

Veja também: Plantas para jardim

1 Palmeira Fênix

Palmeira Fênix

Dentre as espécies mais utilizadas no paisagismo, uma das mais conhecidas é a palmeira-fênix. Atingindo entre 2 e 4 metros, a planta é ereta e indicada para espaços externos. Afinal, seu crescimento pode ser demasiado para dentro de casa.

A melhor forma de cultivar a fênix é num espaço com incidência direta e constante do sol. O espécime, porém, também consegue se adaptar bem à meia-sombra.

É necessário, no entanto, ter dois pequenos “inconvenientes” com essa escolha. O primeiro é que os frutos dessa palmeira, de cor vinho-escuro, são bastante apreciadas por pássaros.

Assim, se você não deseja ter esses animaizinhos por perto, é melhor optar por outra variação do vegetal. Além disso, a planta possui espinhos na base de suas folhas. Assim, é fundamental ter cuidado ao podar ou mesmo regar a árvore.

2 Palmeira Areca

Palmeira Areca

Outra espécie querida no paisagismo é a palmeira-areca, e pode ser utilizado tanto em espaços externos, como a decoração dentro dos imóveis. Uma única muda dá origem a vários caules, ou seja, a planta se desenvolve como um conjunto de plantas. Ela pode atingir até nove metros de altura, mas seu crescimento pode ser “controlado” de acordo com o espaço disponibilizado para seu progresso. À meia luz, suas folhas ficam mais verdes e bonitas.

3 Palmeira Imperial

Palmeira Imperial

A palmeira imperial, por sua vez, é uma das maiores espécies utilizadas nos jardins dos imóveis. Originária de cuba, a planta pode atingir até 40 metros! É a palmeira imperial a geradora do palmito muitas vezes consumido pelo ser humano. Outras espécies da planta também possuem essa iguaria em seu caule.

4 Palmeira Real

Palmeira Real

De grande porte, a palmeira real pode atingir até 40 metros. Como é menor do que a imperial, porém, ela pode facilmente aparecer num jardim menor, inclusive mais próximo à casa e à sombra. De qualquer forma, tenha atenção ao espaço necessário, para que ela não traga problemas no futuro.

5 Palmeira Rabo de Raposa

Palmeira Rabo de Raposa

Ainda para espaços externos, há a palmeira rabo de raposa, que alcança 9 metros. A espécie é australiana, e possui esse nome porque sua folhagem lembra o felpudo rabo de uma raposa. As folhas crescem em diferentes direções, arqueadas e bastante grandes. Sua cor também tem um verde mais claro do que a folhagem de outros tipos de palmeira.

6 Palmeira Washingtonia

Palmeira Washingtonia

O principal diferencial da palmeira washingtonia é seu tronco. Ao invés de claro e mais liso, como é comum, o dessa espécie é marrom escuro e possui algumas “camadas” – seu visual lembra um cacho de bananas.

Uma planta  washingtonia possui porte médio, e é indicada que seja plantada diretamente no solo. Em vasos, ela pode não contar com o tamanho necessário para crescer. Suas folhas são também mais circulares, e ocupam grande espaço.

7 Palmeira triângulo

Palmeira triângulo

Já a palmeira triângulo precisa mais de espaço horizontal do que do vertical. Isso porque suas folhas crescem formando um triângulo de cabeça para baixo, ou seja, se expandindo distribuídas em 3 direções.

8 Palmeira Azul

Palmeira Azul

Também chamada de palmeia Bismarckia, a palmeira azul tem folhas mais próximas deste tom do que do verde. O visual é também considerado prateado, e por isso se destaca bastante no jardim. A planta pode atingir até 25 metros de altura.

9 Palmeira Garrafa

Palmeira Garrafa

Já a palmeira-garrafa pode atingir até 6 metros. Como possui crescimento lento, porém, ela pode ser conservada dentro de casa por alguns anos. No entanto, sua aplicação é sempre melhor no jardim. Sua característica principal é um início do caule mais “gordinho”, com o resto do tronco afinado.

10 Palmeira Ráfis

Palmeira Ráfis

A palmeira-ráfis, por outra lado, é muito usada apenas na decoração de interiores. Isso graças a seu pequeno porte, além de múltiplos caules, que criam efeito bastante interessante à decoração. As folhas desse espécime são verde-escuras, e precisam de sol pleno para se manterem belas. Assim, é interessante posicionar a planta em local que tenha incidência solar ao menos durante um período do dia.

Veja também: As Melhores Plantas para Apartamento: Guia Completo!

11 Palmeira Leque

Palmeira Leque

A palmeira-leque também é de pequeno porte, e é ideal para cultivo em vasos. Suas folhas são um pouco diferente das comuns: ao invés de se separarem em lâminas, elas se mantém juntas, formando uma espécie de semi-círculo verde. Seu tom verde brilhante tem belo visual. Para cultivá-las, é preciso um ambiente bem iluminado e, de preferência sem ventos fortes ou ar condicionado.

12 Palmeira Camedórea Elegante

Palmeira Camedórea Elegante

Por fim, há a popular camedórea-elegante é igualmente interessante para o interior dos imóveis. Principalmente porque ela não deve permanecer ao sol, ou suas folhas serão queimadas.

Como cultivar uma palmeira?

O primeiro passo para se ter uma palmeira em casa é escolher uma muda saudável. Para isso, o consumidor deve avaliar fatores como suas folhas. Se a muda possuir folhas muito esticadas, ou então secas, provavelmente a planta não foi bem cuidada até então. Dessa forma, poderá demandar cuidado ainda maior para se desenvolver corretamente.

Veja também: Tipos de orquídeas

Para ter certeza de que a planta tem vitalidade, é possível observar suas raízes. Caso elas estejam “escapando” para fora do pote, isso provavelmente significa boa saúde da muda.

Para plantar a árvore, é preciso encontrar ambiente com temperatura de pelo menos 22º C. O solo preparado deve possuir boa aeração, assim como umidade na medida certa. Cada espécie da planta precisa de pouco mais ou pouco menos de água.

O solo deverá ser fortificado com adubo a cada mais ou menos seis meses. Assim, haverá sempre nutrientes para o crescimento do vegetal. É importante destacar que toda palmeira precisa do equilíbrio perfeito entre luz, água, fertilizante e calor para crescer saudável. Veja também:Plantas de Casas: O Guia Definitivo!

Combater as pragas que atacam os espécimes é igualmente importante. Nesse caso, é necessária a aplicação periódica de produtos agrotóxicos. A retirada manual dos insetos que ficam na planta é também uma medida eficaz.

Finalmente, toda espécie costuma demandar a chamada poda de verão. Essa poda periódica das folhas consegue eliminar os ramos mais velhos, e assim “abrir” espaço para o crescimento de outros mais novos e saudáveis.

Além disso, a poda pode desacelerar o crescimento da árvore, algo importante principalmente quando o vegetal se encontra num ambiente fechado. O corte dos galhos ainda consegue eliminar os caules e folhas defeituosas, especialmente as que forem atingidas por pragas. Retirá-las é uma forma de manter o restante da planta saudável.

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4 Comentários
  1. Elisabete Flores Quesada Diz

    Gostei…completo, detalhado e com fotos. Obrigada!

    1. Matheus Diz

      Elisabete, agradecemos seu comentário! Volte sempre! 🙂

  2. Carolina Diz

    Excelente matéria, muito bem escrita. Difícil será escolher um tipo, todas são lindas.

    1. Matheus Diz

      Oi Carolina, obrigado pelo comentário. Volte sempre! 🙂

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