O rejunte flexível é um dos diversos tipos de rejunte que existem atualmente no mercado. São tantos os tipos que até chegam a confundir, não é mesmo?

Pois sem estresse, nós estamos aqui justamente para descomplicar tudo. Aqui neste artigo nós iremos te apresentar o rejunte flexível, bem como diversos outros tipos, e exemplificar a correta aplicação de cada um destes tipos.

Assim você poderá ter uma boa noção de qual o intuito de cada rejunte, além de quando e como utilizá-lo. Interessado? Pois então vamos lá!

Para que serve esse tal de rejunte?

Antes de forcarmos propriamente no rejunte flexível, vamos entender melhor para que, afinal de contas, serve o rejunte.

O rejunte é composto por agregados minerais, polímeros, cimentos e demais aditivos que, quando recebem água, eles se transformam em uma massa que é maleável e homogênea. Pode parecer simples e acessível, e realmente é, mas trata-se de um material que definitivamente faz toda a diferença na decoração de sua casa.

A principal função do rejunte é vedar o revestimento, de moco que infiltrações e fissuras possam ser evitadas, entretanto, seus benefícios vão bem além do que apenas isto. Outra função do rejunte que é importante destacarmos é com relação a sua compensação de irregularidades, o que ajuda a facilitar o alinhamento das placas.

O rejunte deverá ser aplicado logo após o revestimento ou o piso serem colocados, isso pois ele possui a função de acabamento, de vedar e proteger da umidade, de modo a evitar que as peças venham a se soltar. Os rejuntes deverão ser aplicados nas juntas de dilatação, aqueles espacinhos pequenos entre os revestimentos. Isso se deve ao fato de que a função primordial das juntas é de evitar o surgimento de rachaduras nas peças, tendo em vistas que elas absorvem toda a dilatação que é causada mediante a variação de temperatura. De modo que não tenham danos, o recomendado aqui é seguir sempre a recomendação do fabricante com relação ao espaçamento.

O rejunte flexível e os demais tipos

O rejunte flexível é apenas um dos tipos de rejuntes que existem, abaixo vamos focar brevemente em cada um deles.

Basicamente podemos dividir o rejunte em três tipos, sendo eles: epóxi, acrílico e cimentício.

“Mas e onde o rejunte flexível entra?”

O rejunte flexível entra quase como que uma sub-categoria dentro de um, as vezes até mais de um, dos tipos acima. Para se ter uma ideia do que estamos falando, o rejunte cimentício flexível é um dos mais utilizados atualmente no Brasil, sendo que suas aplicações são inúmeras, e falaremos sobre elas mais abaixo.

Voltando a falar sobre os tipos de rejunte, o rejunte cimentício é composto de cimento, pigmentos, areia fina, aditivos e polímeros. O rejunte acrílico possui em sua composição resina acrílica, além de outros compostos de aditivação que conferem para ele um altíssimo desempenho, uma textura fina, uma resistência à formação de fungos e um acabamento super liso. Por último, o rejunte epóxi tem em sua composição a resina epóxi como um catalisador para fazer com que sua massa fique firme e o torne totalmente impermeável.

E é claro que dependendo do tipo escolhido você terá diferentes acabamentos e funcionalidades. O cimentício é o mais barato (consequentemente o mais utilizado), oferecendo um acabamento rústico, sendo normalmente rugoso e áspero. Entretanto, já existem rejuntes cimentícios que são especiais, ou seja, com um acabamento liso, porém eles sujam com uma maior facilidade.

O rejunte acrílico é mais prático, impermeável e um pouco mais caro do que o cimentício. Ele possui um efeito liso e é mais indicado para rejuntar cerâmicas, porcelanatos, mármore e granitos de áreas externas e internas.

O rejunte epóxi é mais caro, e possui também um acabamento mais sofisticado do que os demais. Além de possuir uma impermeabilidade realmente alta, o que evita que a sujeira e a umidade se penetrem.

Rejunte flexível ou rejunte resinado?

Tanto o rejunte flexível quanto o resinado são as sub-categorias. Os dois tem seu uso indicado para pisos e para paredes de cerâmica de áreas externas e internas, ambos são fáceis de limpar e possuem uma rápida secagem (algo em torno de 24 horas). Parecem similares, mas eles possuem uma pequena diferença que muda tudo. O rejunte flexível é extremamente aconselhável para juntas de 2 a 10 mm, sua textura é lisa e ele é resistente a bolor.

Passando para o rejunte resinado, ele é aconselhado para locais que possuam uma frequência alta de água, tais como banheiros, cozinhas e lavanderias. Entre suas vantagens é importante destacarmos sua permeabilidade baixa, sua textura extra lisa e sua boa resistência ao mofo. Entretanto, mesmo que ele possua uma certa resistência a bolor, ainda assim pode ser que o bolor ocorra, neste caso, basta que você aplique água sanitária para remover os fungo. Caso o problema ainda assim persista, então a solução mais viável será remover a área afetada e reaplicar o rejunte.

A aplicação ideal para o rejunte flexível!

Como este artigo é exclusivamente para focarmos no rejunte flexível, sendo que se quiser se aprofundar sobre rejuntes é só acessar nossos outros artigos sobre rejunte, vamos então focar na aplicação ideal para o rejunte flexível, os revestimentos cerâmicos.

Sabe aquele rejuntamento perfeito e lisinho? Pois bem, e se te dissermos que você pode conseguir alcançá-lo para sua obra? Nós já falamos acima que o rejunte cimentício flexível é o mais utilizado no Brasil, e, neste caso, nós podemos lhe aconselhar a utilização do rejunte cerâmica Votomassa. Este material é bastante indicado para o rejunte de revestimentos cerâmicos (azulejos e pisos), pedras naturais decorativas, e também em paredes e pisos cujas juntas estejam entre 2 a 10 mm, seja em áreas externas ou internas.

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Rejunte flexível Votomassa

Ele pode ser encontrado em sacos de 1 Kg e 5 Kg, sendo disponível nas cores branco, corda, bege, cinza, cinza escuro, platina, preto, marrom e grafite. Este produto, inclusive, está totalmente de acordo com a NBR 14992 – A.R. – Argamassa à base de cimento Portland para rejuntamento de placas cerâmicas – Requisitos e métodos de ensaios

Aplicação passo a passo

A aplicação para este rejunte flexível é bastante fácil, vamos te ajudar com o passo a passo e no final te apresentaremos a um vídeo para ajudar a entender melhor como funciona sua aplicação.

  1. Remova todos os espaçadores e, com o auxílio de uma esponja úmida, remova então a poeira, óleos e demais elementos que possam prejudicar a aderência do produto;
  2. Adicione o produto dentro de um recipiente que esteja seco e limpo;
  3. Misture bem até que a massa obtida seja homogênea;
  4. Espere por 10 minutos antes de voltar a misturar;
  5. Com o auxílio de uma desempenadeira de borracha, espalhe bem o rejunte cimentício no local desejado;
  6. Passe a desempenadeira na diagonal para remover o excesso de rejunte;
  7. Espere por cerca de 15 a 30 minutos e, com movimentos que sejam circulares, remova então o rejunte restante com o auxílio da esponja úmida, promovendo assim o acabamento final;
  8. Após 48 horas, o tráfego de pessoas estará liberado.

Conclusão

Certo, agora você tem uma boa noção do que é o rejunte flexível, de quando é aconselhável utilizá-lo e até mesmo como utilizá-lo corretamente. Claro, como dito acima, neste artigo em específico nós focamos apenas no rejunte flexível, entretanto, caso queira se aprofundar melhor sobre rejuntes no geral, basta ficar ligado no nossos outros artigos sobre rejunte aqui no site.

E, caso tenha aprendido realmente algo com este artigo e o tenha achado instrutivo, compartilhe-o com seus amigos. Espalhar conhecimento é sempre um ato louvável!

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